O seu dinheiro pode render em real
enquanto você vive em dólar.
Juros de dois dígitos, conta no seu nome em um banco brasileiro e um consultor registrado na CVM que fala a sua língua, no seu horário. Sem comissão de produto e sem você precisar vir ao Brasil.

Escolha o seu caso
A diferença de juros que você não vê onde mora
Taxa básica de juros de cada país na data indicada. É a referência da renda fixa, não uma promessa de retorno: câmbio, imposto e inflação entram na conta no diagnóstico.
Fontes: Banco Central do Brasil (Copom de 16/09/2026) e Federal Reserve (FOMC de 16/09/2026). Atualizado em 01/10/2026.
Quatro passos, nenhum deles no Brasil
Trinta minutos por vídeo, no seu horário, em português ou inglês. Entendo objetivo, prazo, situação fiscal e o que você já tem aqui e lá. Sem custo.
Saída definitiva, CPF, representante fiscal: resolvemos a parte que trava a maioria antes de mover um real. Se já estiver em dia, pulamos.
Abertura da conta de não residente em banco brasileiro de primeira linha, com Pix, cartão e remessa oficial. O dinheiro nunca passa por mim.
Uma gestora autorizada pela CVM monta e rebalanceia a carteira dentro da política que definimos. Você acompanha pelo app e conversa comigo nas revisões.
Três coisas que a sua conta lá fora não te dá
A renda fixa brasileira paga hoje um dos maiores juros reais do mundo. Para quem vai voltar, tem família aqui ou quer diversificar moeda, é um prêmio que não existe em dólar ou euro.
Declaração de saída, representante fiscal, IOF na remessa, imposto na fonte: cada um tem um jeito certo. É a parte que mais assusta e a que mais rápido resolvo.
Você conversa comigo no seu horário. A carteira é cuidada todos os dias por uma gestora autorizada pela CVM. O dinheiro fica no seu nome, no banco.
Desenhada para o seu objetivo, não para o produto do mês
Para quem quer dinheiro acessível nas vindas ao Brasil ou para a família.
Títulos públicos e bancários, o coração da carteira de quem mora fora.
Com a conta completa, há isenção de IR no ganho de ações para quem não mora em paraíso fiscal.
Aportes mensais de fora, construindo a renda da volta.
Sem juridiquês, em quatro linhas
Para investir como não residente, sim: é ela que define o seu regime e nomeia o representante fiscal. Se ainda não fez, é o primeiro passo e eu acompanho.
Retido na fonte no Brasil, pelo próprio banco. Você não precisa declarar aqui todo ano; o que vale no país onde mora entra na conta do diagnóstico.
Para não residentes fora de paraíso fiscal, o ganho de capital em bolsa é isento de IR no Brasil pelo regime da conta completa. Dividendos passaram a ter retenção em 2026; eu explico o seu caso.
Remessa por canal oficial, com IOF reduzido quando bem estruturada. Entrada e saída sempre pela sua conta, no seu nome, com comprovante para os dois países.
Isto é uma explicação, não um parecer. A regra do seu país de residência e os tratados para evitar bitributação variam, e por isso a avaliação é individual.
Três camadas, três responsabilidades
Cassio Cibils, Consultor de Valores Mobiliários registrado na CVM (004949-2). Dez anos em banco múltiplo como gerente de contas de empresas. Remunerado por taxa fixa em contrato, nunca por comissão de produto. Atendo em português e inglês.
Gestora de recursos independente, autorizada pela CVM para administrar carteiras. Monta, acompanha e rebalanceia a sua carteira todos os dias, com relatório, dentro da política que definimos juntos.
A conta e a custódia ficam em banco brasileiro de primeira linha, no seu nome. Nem eu nem a gestora temos acesso ao seu dinheiro: só mandato para gerir o que está lá.
E para quem não é
- Você tem a partir de US$ 100 mil para alocar no Brasil, de uma vez ou em aportes.
- Quer construir ou manter patrimônio em real: para voltar, para a família ou para diversificar moeda.
- Aceita um horizonte de anos e quer alguém cuidando, não um app para operar sozinho.
- Quem quer apostar em câmbio ou fazer trade de curto prazo.
- Quem procura retorno garantido ou promessa de rentabilidade.
- Quem precisa do dinheiro de volta em poucos meses.
Abaixo de US$ 100 mil eu indico o caminho certo na própria avaliação, sem ocupar a sua agenda nem a minha com um plano que não se paga.
O que todo mundo pergunta antes de começar
Fiz a saída definitiva. Ainda posso investir no Brasil?
Pode. A conta de não residente existe exatamente para isso. O que muda é o regime de imposto e a necessidade de um representante fiscal, que o banco indica.
Não fiz a saída definitiva e já moro fora há anos. E agora?
É uma situação comum e resolvível. O primeiro passo é regularizar; eu oriento e acompanho com o contador. Nunca prometo que é simples sem olhar o caso.
Preciso vir ao Brasil?
Não. Avaliação, abertura de conta, assinatura e acompanhamento são feitos à distância, por vídeo e pelo app do banco.
Em que idioma é o atendimento?
Português e inglês, por vídeo, e-mail e WhatsApp, em horário combinado no seu fuso.
Posso aportar todo mês de fora?
Sim. A remessa recorrente é configurada pelo canal oficial e cai na sua conta no Brasil.
Como trago o dinheiro de volta?
Pela mesma conta, por remessa oficial, com comprovante de origem. A carteira é desenhada para que isso seja possível sem desmontar nada no susto.
Quanto custa?
Taxa fixa de gestão combinada em contrato direto, sem comissão de produto, sem taxa de abertura ou resgate. A conta completa do banco tem custo anual próprio; a simples não tem. Tudo dito antes de começar.
O dinheiro fica com você?
Nunca. Fica no banco, no seu nome. Eu e a gestora trabalhamos com mandato para gerir, não com posse.
Vocês atendem quem mora nos Estados Unidos?
Sim, por iniciativa do próprio investidor e com contrato no Brasil, sobre ativos brasileiros. Na avaliação eu explico o que vale para residentes nos EUA.
Trinta minutos para saber se faz sentido
Me conte onde você está e o que quer resolver. Respondo em até um dia útil, no seu idioma, com dois ou três horários no seu fuso.
Prefere conversar antes de preencher qualquer coisa?
Me chame no WhatsApp e diga em uma frase o que você quer resolver. Eu respondo pessoalmente.
