Cassio Cibils
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Cassio Cibils, consultor de valores mobiliários
InvestimentosPrimeira conversa gratuita, 30 minutos

Quem vende o produtonão deveria ser quem dizse ele serve para você.

Sou Consultor de Valores Mobiliários registrado na CVM. Nesta frente o meu trabalho é um só: olhar a sua carteira inteira, dizer o que faz sentido para os seus objetivos e ser remunerado por você para isso — não por quem fabrica o produto.

Role
Registro
CVM 004949-2Consultor de Valores Mobiliários pessoa natural
Certificações
CPA-20 · CEAANBIMA C-Pro R e C-Pro I
Mercado
10 anosBanco múltiplo, do lado de dentro
Quem me paga
VocêTaxa fixa em contrato, e não comissão do produto
Cassio Cibils

A pergunta não é qual investimento rende mais.

É qual carteira aguenta o seu próximo susto.

O resto é conversa de vitrine.

Atendo quem já tem patrimônio investido e desconfia que a carteira foi montada pela conveniência de quem vendeu, e quem começou a acumular agora e quer partir de uma estrutura que não precise ser desmontada depois.

Como funciona

Quatro etapas, e a terceira só existe por causa da segunda

Carteira sem política escrita é coleção de produtos. A ordem aqui não é enfeite: é o que separa uma decisão de um impulso.

Diagnóstico

Trinta minutos para entender objetivo, prazo, o que você já tem, o que já deu errado e quanto de oscilação você aguenta sem perder o sono. Sem custo e sem compromisso.

Política de investimento

Escrevo em uma página as regras da sua carteira: para que serve cada parte do dinheiro, quanto vai para cada classe e o que dispara uma mudança. É o documento que impede decisão no susto.

Carteira administrada

Com a política escrita, a carteira é montada e administrada por uma gestora de recursos independente, autorizada pela CVM, e rebalanceada conforme o cenário e as suas metas. O dinheiro fica no seu nome, em custódia numa corretora parceira, e o contrato é direto entre você e a gestora.

Acompanhamento

Revisões periódicas, rebalanceamento quando a carteira sai do combinado e uma conversa sempre que a sua vida mudar, porque é a vida que muda a carteira, não o noticiário.

Para quem é

Situações em que a consultoria se paga

  • Você tem patrimônio investido e nunca viu uma explicação escrita do porquê daquela carteira
  • Recebeu uma recomendação e quer uma segunda opinião de quem não ganha nada se você seguir
  • Vendeu um imóvel, uma empresa ou recebeu uma herança e precisa decidir com calma
  • Tem dinheiro espalhado em três bancos e nenhuma visão do conjunto
  • Quer estruturar aposentadoria e não sabe se a previdência que te venderam presta
  • É empresário e mistura o caixa da empresa com o patrimônio pessoal

E para quem não é

Quem procura dica de ação ou operação de curto prazo · Quem quer escolher ativo por ativo, no impulso, sem política escrita · Quem espera garantia de rentabilidade. Nesses três casos eu digo não na primeira conversa, e a conversa continua sendo gratuita.

O que eu analiso

Os produtos que entram na conversa

Não recebo comissão por nenhum deles. A consultoria analisa, compara e recomenda; a execução acontece na carteira administrada pela gestora parceira, em contrato direto com você. Este catálogo existe para você saber do que estamos falando quando eu disser um nome.

Títulos públicos

5 produtos

Emitidos pelo Tesouro Nacional. O risco de crédito é o do governo brasileiro, o menor da praça.

Tesouro Selic

Pós-fixado, acompanha a taxa básica de juros e tem liquidez diária com oscilação mínima. É a escolha padrão para reserva de emergência.

Tesouro Prefixado

A taxa é travada na compra: você sabe hoje quanto vai receber no vencimento. Quem resgata antes fica sujeito ao preço de mercado, que varia todo dia.

Tesouro IPCA+

Paga a inflação do período mais um juro real fixo. É o único título que garante ganho acima da inflação se levado até o fim.

Tesouro Renda+

Desenhado para aposentadoria: você acumula até uma data e depois recebe renda mensal corrigida pela inflação por vinte anos.

Tesouro Educa+

Mesma lógica do Renda+, para custear estudos: acumula até o ano escolhido e paga renda mensal por cinco anos.

Renda fixa bancária

5 produtos

Você empresta ao banco. A maioria tem cobertura do FGC até R$ 250 mil por CPF e por instituição, com teto de R$ 1 milhão renovável a cada quatro anos.

CDB

Depósito a prazo emitido por banco, em pós-fixado (percentual do CDI), prefixado ou IPCA+. Rendimento tributado pela tabela regressiva do IR, de 22,5% a 15%.

LCI e LCA

Letras lastreadas em crédito imobiliário e do agronegócio, isentas de imposto de renda para pessoa física. Em troca, têm prazo mínimo de carência.

LCD

Letra de Crédito do Desenvolvimento, criada em 2024 e emitida por bancos de desenvolvimento. Também isenta de IR para pessoa física.

RDB e conta remunerada

Variações de depósito com liquidez, úteis para o caixa do mês. Costumam render menos que um CDB de prazo equivalente.

Poupança

Isenta e líquida, mas com rendimento definido por regra fixa que há anos fica abaixo do CDI. Serve de régua de comparação, não de estratégia.

Crédito privado

5 produtos

Aqui quem toma o dinheiro emprestado é uma empresa, não um banco nem o governo. Não há FGC: o prêmio maior é o preço do risco.

Debêntures

Dívida emitida por empresas para financiar projetos e capital. Paga mais que renda fixa bancária porque o risco de crédito é do emissor.

Debêntures incentivadas

Ligadas a projetos de infraestrutura e isentas de imposto de renda para pessoa física, o que muda bastante a conta no líquido.

CRI e CRA

Certificados de recebíveis imobiliários e do agronegócio, isentos de IR para pessoa física. Prazos longos e liquidez baixa no mercado secundário.

FIDC

Fundo de direitos creditórios: compra carteiras de recebíveis. A estrutura tem cotas sênior e subordinada, e é a subordinada que absorve a inadimplência primeiro.

Notas comerciais

Dívida de curto prazo de empresas, com prazos e valores menores que uma emissão de debênture.

Fundos de investimento

5 produtos

Você compra cotas e um gestor profissional executa a estratégia. O que separa um fundo bom de um caro é a soma de taxa de administração, taxa de performance e tributação.

Fundos de renda fixa e DI

Carteira de títulos públicos e privados. Simples e líquidos, mas a taxa de administração pode comer boa parte do que o CDI entrega.

Fundos multimercado

Mandato amplo: juros, câmbio, bolsa e exterior na mesma carteira. A dispersão de resultado entre gestores é enorme, e por isso a escolha importa mais aqui.

Fundos de ações

Carteira montada por um gestor, com estratégias que vão de dividendos a small caps. Tributação de 15% sobre o ganho, apurada no resgate.

Fundos cambiais

Exposição a dólar, euro ou uma cesta de moedas. Usados mais para proteger o patrimônio do que para buscar rendimento.

Fundos de crédito privado

Concentram debêntures, CRI, CRA e FIDC. Rendem mais que o DI, mas a liquidez do fundo precisa combinar com a liquidez dos ativos que ele carrega.

Renda variável

5 produtos

Aqui não existe promessa de retorno. O preço oscila todo dia, e o horizonte precisa ser longo o bastante para você não ser obrigado a vender no pior momento.

Ações

Participação no capital de empresas listadas na B3. Desde 2026 os dividendos deixaram de ser totalmente isentos: há retenção de 10% sobre o que passa de R$ 50 mil por mês pagos pela mesma empresa.

BDRs

Recibos de ações estrangeiras negociados em reais na B3. Dão exposição a empresas de fora sem abrir conta no exterior.

Fundos imobiliários (FIIs)

Cotas de fundos que investem em imóveis, recebíveis ou outros fundos. Pagam rendimento mensal, isento de IR para pessoa física quando o fundo cumpre os requisitos legais.

Fiagro

A mesma estrutura dos FIIs aplicada ao agronegócio: terras, recebíveis e operações do setor.

ETFs

Fundos de índice negociados em bolsa, com taxa baixa. É a forma mais barata de comprar um mercado inteiro em vez de escolher ativo por ativo.

Previdência privada

3 produtos

Mais do que um produto de rendimento, é uma estrutura tributária e sucessória. A escolha entre as duas siglas depende de como você declara o imposto de renda.

PGBL

Permite deduzir até 12% da renda bruta tributável, para quem declara no modelo completo. Na hora do resgate, o IR incide sobre o valor total, não só sobre o rendimento.

VGBL

Sem dedução na declaração, mas o IR incide apenas sobre o rendimento. É o formato mais usado por quem declara no simplificado e por quem pensa em sucessão.

Tabela regressiva ou progressiva

Não é um produto, é uma escolha feita na contratação e que define quanto imposto você paga lá na frente. Na regressiva a alíquota cai até 10% depois de dez anos.

Investimento no exterior

5 produtos

Diversificar moeda é diferente de diversificar ativo. Antes de escolher o produto, a pergunta é qual parte do seu patrimônio precisa deixar de depender do real.

Ações e ETFs internacionais

Compra direta em corretora no exterior, em dólar. Dá acesso ao mercado americano e global com custo baixo via ETFs.

REITs

O primo americano dos fundos imobiliários, com distribuição de renda e tributação própria para o investidor brasileiro.

Treasuries e bonds

Títulos do governo americano e de empresas globais. É a renda fixa em dólar, com risco de crédito bem diferente do brasileiro.

Fundos com exposição internacional

Disponíveis na B3 ou em plataformas locais, permitem exposição ao exterior sem abrir conta fora e sem lidar com câmbio a cada aporte.

Conta global e remessas

A porta de entrada operacional: custo de câmbio, IOF e tributação de ganho de capital lá fora precisam entrar na conta antes da escolha do ativo.

Estruturados e alternativos

4 produtos

Produtos que só fazem sentido depois que o resto da carteira está de pé. São os que mais exigem leitura do contrato, e onde o custo costuma estar escondido na estrutura.

COE

Certificado de Operações Estruturadas: combina renda fixa e derivativos, às vezes com proteção do capital investido. O custo não aparece como taxa, e sim no desenho da operação.

Ouro

Reserva de valor clássica, acessível por ETF, contrato na B3 ou fundo. Não paga renda: o retorno vem só da variação de preço e do câmbio.

Criptoativos

Alta volatilidade e regulação ainda em construção. Quando entram, entram como fatia pequena e definida em política, não por impulso de notícia.

FIP e private equity

Participação em empresas fechadas, com prazos longos e liquidez quase nula. Exigem patrimônio e paciência compatíveis com o compromisso.

Descrições educativas, sem oferta e sem recomendação. Disponibilidade, prazos, carências e tributação mudam conforme o emissor e a legislação vigente. Nenhum produto listado aqui garante rentabilidade.

Independência

Eu também vendo produtos. Por isso isto está escrito aqui.

A pergunta que você deveria fazer a qualquer pessoa que fala de dinheiro com você é simples: quem te paga? Esta é a minha resposta, nas duas frentes.

Consultoria de investimentos

Registrado na CVM como Consultor de Valores Mobiliários pessoa natural, código 004949-2. Trabalho em parceria com uma gestora de recursos independente, autorizada pela CVM, que administra a carteira. A remuneração é uma taxa fixa de administração, em contrato direto com você, definida antes de começar. Não recebo comissão pelos investimentos que recomendo.

Personal Banker

Na outra frente do site eu apresento e comparo crédito, seguros, consórcios e câmbio de instituições parceiras. Ali quem me remunera é a instituição que fecha a operação, e nada é cobrado de você.

Quando as duas se encontram

Se uma recomendação envolver um produto que eu também distribuo, isso aparece declarado no relatório, com o conflito explicitado, e a decisão é sua com essa informação na mesa.

O que eu nunca faço

Não movimento a sua conta, não tenho procuração, não custodio recursos e não garanto rentabilidade. O dinheiro fica no seu nome, na corretora custodiante; quem administra a carteira é a gestora, sob contrato que você assina e pode encerrar.

Quanto custa

Você sabe quanto paga, antes de começar

Você paga uma taxa fixa de administração, combinada na primeira conversa e formalizada em contrato direto, sem comissão de produto, sem taxa de abertura ou resgate e sem spread escondido. As comissões que os produtos gerariam voltam para a sua carteira. É o oposto do modelo de quem ganha por produto vendido.

Carteira recomendada

Peça a sua carteira e receba em cinco dias úteis

Você informa perfil, valor, onde já tem conta e os seus objetivos com prazo. Eu defino a política de investimento, a gestora parceira monta a carteira e você recebe tudo explicado, ativo por ativo.

Mora fora do Brasil?

Investir no Brasil morando fora

Para brasileiros no exterior e investidores estrangeiros, a partir de US$ 100 mil: conta de não residente em banco brasileiro, carteira gerida por gestora autorizada pela CVM e atendimento no seu fuso, em português ou inglês. Sem precisar vir ao Brasil.

Antes de me chamar

O que sempre perguntam sobre consultoria

Qual a diferença entre consultoria e o que o meu gerente faz?
O gerente distribui os produtos da instituição dele e é remunerado por essa distribuição. O consultor de valores mobiliários é registrado na CVM para analisar e recomendar, e é remunerado por você. São papéis diferentes, com regras diferentes, e é por isso que a recomendação de um e a oferta do outro nem sempre coincidem.
O que significa esse registro na CVM?
Que a atividade de consultoria de valores mobiliários é autorizada e fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários, sob o código 004949-2, em nome de pessoa natural. O registro pode ser conferido no site da CVM, e exige requisitos de certificação, conduta e prestação de informações.
Você fica com o meu dinheiro?
Não, em nenhuma hipótese. O dinheiro fica no seu nome, em custódia numa corretora parceira. A carteira é administrada por uma gestora de recursos independente, autorizada pela CVM, com contrato direto entre você e ela. Eu não movimento, não tenho procuração e não custodio nada.
Quem administra a carteira?
Uma gestora de recursos independente, autorizada pela CVM, parceira na administração das carteiras dos meus clientes. Ela monta e rebalanceia a carteira dentro da política que definimos, com custódia em corretoras como BTG Pactual, XP e Ágora, sem taxa de abertura, resgate ou corretagem. Eu sigo como seu consultor: planejo, acompanho e reviso com você.
Você também vende produtos como Personal Banker. Isso não conflita?
É a pergunta certa, e a resposta precisa ser dada por escrito. São duas atuações separadas: na consultoria quem me remunera é você; na intermediação de crédito, seguros e consórcios quem remunera é a instituição. Sempre que uma recomendação envolver um produto que eu também distribuo, isso aparece declarado no relatório, e a decisão é sua.
Quanto custa?
Uma taxa fixa de administração, combinada antes de começar e formalizada em contrato direto. Não existe comissão embutida no que eu recomendo: as comissões que os produtos gerariam voltam para a sua carteira, e você sabe exatamente quanto paga.
Preciso ter quanto para começar?
Não trabalho com um piso rígido. O que define se a consultoria faz sentido é a complexidade da situação, não o tamanho do patrimônio. Na primeira conversa eu digo com franqueza se você precisa de consultoria ou só de três decisões simples que dá para tomar sozinho.
Você garante rentabilidade?
Não, e ninguém pode. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, e qualquer promessa de retorno certo em investimento é motivo para sair da sala. O que eu entrego é método, análise e acompanhamento.

Diagnóstico

Trinta minutos para saber se faz sentido

Me conte em que ponto você está. Eu volto com uma leitura inicial e, se a consultoria não for o que você precisa agora, eu digo isso também.

Seus dados são usados só para retornar esse contato. Não são vendidos nem compartilhados.

Próximo passo

Prefere conversar antes de preencher qualquer coisa?

Me chame no WhatsApp e diga em uma frase o que você quer resolver. Eu respondo pessoalmente.